OPINIÃO: Algumas dúvidas que ainda pairam no ar, sobre o resgate dos tripulantes desaparecidos

O blog mostra alguns pontos importantes do processo de resgate dos tripulantes do Rebocador da empresa Bertolini.

Porque uma empresa de grande porte (Bertolini), está agindo de forma amadora ???

1) O Empurrador da empresa Bertolini, foi encontrado a 15km do local em que ocorreu a colisão, graças ao uso de 2 sonares (Marinha do Brasil).

BLOG: Ou seja, os Bombeiros estavam “enxugando gelo”. Iam passar mais de 1 ano mergulhando para poderem encontrar o casco do rebocador, e ainda corriam o risco de morte, pois não possuíam equipamentos apropriados.

2) A empresa Bertolini irá apresentar um plano de salvamento para aprovação da Marinha do Brasil, a fim de iniciar a reflutuação do Empurrador (Marinha do Brasil).

BLOG: Faz exatamente  1 semana de quando ocorreu o naufrágio, e a empresa “ainda vai apresentar” um plano de resgate para, “ainda ser analisado e aprovado pela marinha”.

-Qual o prazo disso ocorrer ???

-Se passou 1 semana e esse plano ainda não está pronto. Até na hora do resgate existe burocracia ???

-A empresa Bertolini, “ainda vai contratar” uma empresa especializada para fazer o resgate do rebocador. 

BLOG: A empresa Bertolini não possui um “plano de atendimento emergencial” que é para orientar pessoas e equipes responsáveis pelo atendimento a emergências, definindo as primeiras ações a serem adotadas e os recursos humanos e materiais a serem disponibilizados ???

BLOG: Uma empresa de “grande porte” não estava preparada, caso um rebocador seu naufragasse no Rio Amazonas???

O ACIDENTE

O rebocador com nove balsas carregadas com grãos colidiu com o navio cargueiro na madrugada de quarta-feira (2), por volta de 4h30.

De acordo com a Capitania Fluvial de Santarém, no empurrador havia 11 pessoas, sendo 9 tripulantes e dois passageiros. Duas pessoas conseguiram se salvar. Elas foram resgatadas e levadas de lancha para Santarém.

4 ideias sobre “OPINIÃO: Algumas dúvidas que ainda pairam no ar, sobre o resgate dos tripulantes desaparecidos”

  1. Pelo que entendi, e empresa Bertoline ainda vai escolher a empresa mais barato para fazer o trabalho de reflutuacao de seu rebocador, ou seja ainda vai demorar pra caramba ai da pra perceber a consideração dessa empresa com seus tripulantes que deram a vida pela mesma..e olha que o seguro de um rebocador desses que foi a Pique e um montão de de dinheiro..isso eu garanto

  2. Em tese, uma empresa de grande porte como a citada na matéria e considerando a imensa frota de embarcações que possui licenciada e habilitada para navegação fluvial na Amazônia, indiscutivelmente já deveria ter um Plano Emergencial para os casos de possível naufrágio; acidentes como o ocorrido. É como se fosse uma empresa que atua no ramo de combustíveis e não ter um Plano e meios de combater um incêndio ou um vazamento. Carece ao meu ver a necessidade de intervenções por parte dos Órgãos de Fiscalização e Licenciadores, para certificar essas exigências legais, condicionantes dos licenciamento adquiridos.

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