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Índios venezuelanos estão causando transtornos no bairro do Cambuquira, em Santarém

Na madrugada do dia 28 de setembro, 28 índios venezuelanos chegaram a Santarém, fugindo da crise econômica que seu país enfrenta atualmente.

O problema é que esse número começou a aumentar durante o mês de outubro e hoje chega a 60 índios da etnia Warao. Os índios estão alojados em um prédio de uma escola desativada, no bairro Cambuquira.

Durante o feriado de finados, o grupo de indígenas causou vários problemas ao redor da vizinhança. O principal deles foi o consumo descontrolado de álcool, causando conflitos entre os próprios índios, onde ameaçaram de agressão até aos moradores do bairro que presenciaram o fato. Outro ponto citado por alguns moradores, se diz a respeito do consumo de drogas, por parte de alguns índios.

Aí no feriadão eles tomam uma 51 e vem bagunçar no local – AI JÁ É DEMAIS!!

Até o final do ano mais índios venezuelanos devem chegar a Santarém e o problema deve se agravar.

Atendimento de saúde ao índios

Na sexta-feira (27/10) a Prefeitura de Santarém, por meio da equipe Estratégia Saúde da Família da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), realizou uma ação com diversos serviços voltados para a área da saúde aos indígenas venezuelanos da etnia Warao que estão refugiados em Santarém.

Serviços como: assistência médica, vacinação de crianças e adultos, testes rápidos (HIV, Sífilis, Hepatites B e C), teste de glicemia, entre outros, foram disponibilizados. A iniciativa da Semsa teve como objetivo proporcionar aos 61 indígenas a assistência na área da saúde, além de identificar possíveis doenças.

O coordenador da equipe Estratégia Saúde da Família Marlon Marinho, avaliou como positiva a ação e lembrou da boa receptividade dos indígenas venezuelanos. “A atividade foi positiva, uma vez que tinham várias crianças sem nenhuma vacina do calendário básico, e também umas outras que apresentavam problemas de saúde. A receptividade e aceitação dos indígenas foi excelente”. Concluiu o coordenador.

Participaram da ação 15 profissionais, sendo 3 médicos cubanos, o que facilitou a comunicação por conta do idioma.

Foram realizadas: 40 consultas médicas, 52 vacinas, 25 TesteS rápidoS- HIV, 25 de Hepatite B, 25 de Hepatite C, 25 de Sifilis, 23 testes de Glicemia, 24 Verificações de pressão arterial e 40 Antropometria. A Semsa deve realizar essa ação de saúde para os refugiados a cada 15 dias.