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Tarifa intermunicipal de ônibus aumentou 40% em 1 ano e 6 meses, em Santarém

Vereador Valdir Matias

Na manhã desta segunda-feira (21), o vereador Valdir Matias Jr (PV), levou à tribuna da Câmara de Vereadores esse assunto, já que o reajuste ainda não foi bem digerido pelos comunitários, principalmente pelos estudantes que pagam a meia passagem.

O líder do PV lembrou que em 2016, o Conselho Municipal de Transportes apresentou ao Poder Executivo, uma proposta de 20% de aumento da passagem, aceita naquela ocasião pelo então prefeito Alexandre Von. Na atual gestão, o mesmo conselho deliberou sobre um novo reajuste também de 20%, que foi atendido pelo prefeito Nélio Aguiar (DEM).

Valdir Matias Jr., disse que o Conselho Municipal de Transporte precisa ter bom senso na hora de deliberar sobre propostas de aumento das tarifas dos serviços de transporte público, levando em conta sempre as necessidades da população e à realidade da economia. “Em menos de um ano e meio, o Conselho apresentou duas propostas de reajuste que este ano foi atendido. Do valor antigo da passagem, que era de R$ 3, 00, para os atuais R$ 3,60 houve um reajuste de 40%. Nenhum outro produto teve um aumento de 40% nos últimos anos no país”, disse o vereador.

O vereador reforça a importância do Conselho em considerar os anseios dos usuários do setor de transporte público para então apresentar suas planilhas de custos e sugerir o reajuste atendendo a todos os os interesses.

Confira os valores reajustados para as tarifas do serviço de transporte coletivo intramunicipal:

Alter do Chão – R$ 3,60

Ponta de Pedras – R$ 3,60

Boa Esperança – R$ 4,80

Curuá-Una – R$ 10,80

Santarém-Mirim – R$ 18,00

Palmas do Ituqui – R$ 21,60

Igarapé-Açú – R$ 10,80

Buerú – R$ 14,40

Igarapédo Pimenta – R$ 4,80

Igarapé das Pedras – R$ 16,80

São Francisco de Água Azul – R$ 15,60

Santa Rosa – R$ 3,60

Murumurutuba – R$ 3,60

Santa Cruz – R$ 3,60

Câmara não precisa esperar condenação da justiça para iniciar processo de cassação de Vereador

Vereador Reginaldo Campos

Na próxima segunda-feira (21), a Câmara de Vereadores de Santarém irá colocar para votação o “pedido de cassação” contra o Vereador Reginaldo Campos, preso na operação PERFUGA, que investiga os crimes de peculato, falsificação de documento público, corrupção e associação criminosa, comandadas pelo vereador, de acordo com denúncias do MPE.

Caso seja aprovado, inicia-se o “processo de cassação” que deverá estar concluído dentro de 90 dias, contados da data em que se efetivar a notificação do acusado.

O pedido de cassação foi protocolado pelo comerciante Neuton dos Santos Santiago.

VEJA ALGUNS PONTOS QUE DÃO FUNDAMENTAÇÃO AO PEDIDO DE CASSAÇÃO. 
OS CRIMES COMETIDOS PELO VEREADOR DE ACORDO COM O PEDIDO DE CASSAÇÃO.  

A Câmara de Vereadores poderá abrir o processo de cassação do mandato de Reginaldo Campos, pois foi identificado durante as investigações do MPE, a nomeação de uma funcionária fantasmas (Técnica de Enfermagem Sarah Campina), para o gabinete do Vereador Reginaldo Campos, o que configuraria “quebra de decoro parlamentar”. 

Também no decorrer das investigações do MPE, foram identificadas outras pessoas que eram servidores “fantasmas”. Eles recebiam remuneração sem a devida contra prestação do serviço público.

A abertura do “processo de cassação” não configura a condenação do vereador, pois o mesmo terá amplo direito de defesa, e após todos os trâmites do processo a Comissão processante emitirá parecer final, pela “procedência ou improcedência da acusação”, e solicitará ao Presidente da Câmara a convocação de sessão para julgamento.

Se tratando de processo de natureza política, a análise do judiciário acerca da “cassação do mandato” do vereador pela respectiva casa (Câmara), se restringe aos aspectos formais de procedimento, velando em especial pelo respeito ao “contraditório e a ampla defesa do parlamentar”.  

O QUE CITA A LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO NESSE CASO.

Art. 16 – Perderá o mandato o Vereador:

I – que infringir qualquer das proibições estabelecidas no artigo
anterior;

II – cujo procedimento for declarado incompatível com o decoro parlamentar;

§ 1º – É incompatível com o decoro parlamentar, além dos casos definidos no Regimento Interno, o abuso das prerrogativas asseguradas a membro da Câmara Municipal ou à percepção de vantagens indevidas.

RITO DE CASSAÇÃO. 

O Decreto-lei nº 201, de 27 de fevereiro de 1967, dispõe sobre a responsabilidade de Prefeitos e Vereadores, elencando hipóteses, em que esses agentes políticos podem sofrer punição pela prática de atos não condizentes com o exercício de sua função. Ele traça as normas de julgamento, tanto nos casos de ‘infrações político-administrativas’, quanto nos casos de cometimento de denominados ‘crimes funcionais’

O RITO PROCESSUAL DE CASSAÇÃO DO VEREADOR REGINALDO CAMPOS DEVE OBEDECER O ARTIGO 5º DO DECRETO 201/67. ELE DESIGNA O MESMO RITO PARA VEREADOR E PREFEITO. 

Art. 5º O processo de cassação do mandato do Prefeito pela Câmara, por infrações definidas no artigo anterior, obedecerá ao seguinte rito, se outro não for estabelecido pela legislação do Estado respectivo: (LEIA AQUI NA ÍNTEGRA O ARTIGO 5º DO DECRETO-LEI Nº 201/67, QUE DISPÕE SOBRE RESPONSABILIDADE DOS PREFEITOS E VEREADORES E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS).

 I – A denúncia escrita da infração poderá ser feita por qualquer eleitor, com a exposição dos fatos e a indicação das provas.

II – De posse da denúncia, o Presidente da Câmara, na primeira sessão, determinará sua leitura e consultará a Câmara sobre o seu recebimento.

III – Recebendo o processo, o Presidente da Comissão iniciará os trabalhos, dentro em cinco dias, notificando o denunciado, com a remessa de cópia da denúncia e documentos que a instruírem, para que, no prazo de dez dias, apresente defesa prévia, por escrito, indique as provas que pretender produzir e arrole testemunhas, até o máximo de dez.

IV – O denunciado deverá ser intimado de todos os atos do processo, pessoalmente, ou na pessoa de seu procurador, com a antecedência, pelo menos, de vinte e quatro horas, sendo lhe permitido assistir as diligências e audiências, bem como formular perguntas e reperguntas às testemunhas e requerer o que for de interesse da defesa.

V – concluída a instrução, será aberta vista do processo ao denunciado, para razões escritas, no prazo de 5 (cinco) dias, e, após, a Comissão processante emitirá parecer final, pela procedência ou improcedência da acusação, e solicitará ao Presidente da Câmara a convocação de sessão para julgamento.

VI – Concluída a defesa, proceder-se-á a tantas votações nominais, quantas forem as infrações articuladas na denúncia. Considerar-se-á afastado, definitivamente, do cargo, o denunciado que for declarado pelo voto de dois terços, pelo menos, dos membros da Câmara, em curso de qualquer das infrações especificadas na denúncia.

VII – O processo, a que se refere este artigo, deverá estar concluído dentro em noventa dias, contados da data em que se efetivar a notificação do acusado. Transcorrido o prazo sem o julgamento, o processo será arquivado, sem prejuízo de nova denúncia ainda que sobre os mesmos fatos.

JURUTI: Ministério Público ajuíza ação contra réus no caso do “mensalinho de Juruti na Câmara”


Município de Juruti

A promotoria de Justiça de Juruti ajuizou Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa em face do ex-prefeito municipal, três vereadores e dez ex-vereadores. O caso ficou conhecido no ano de 2015 como “mensalinho de Juruti”, um esquema criminoso para o pagamento de propina mensal pelo ex-prefeito Marco Dolzane do Couto aos vereadores. O promotor de justiça Rafael Trevisan Dal Bem requer liminarmente a indisponibilidade de bens dos réus no valor total de R$156 mil.

Entre os meses de abril de 2014 a setembro de 2014, o então prefeito de Juruti, Marco Aurélio Dolzane do Couto, e os vereadores Carlos Alberto Batista de Oliveira, Cleverson Mafra de Souza, Edjanio Printes Figueira, Elber Gonçalves de Azevedo, Elivan da Silva Rocha, Fladimir de Azevedo Andrade, Heriana dos Santos Barroso, Janisson de Sousa Natividade, Luiz Antônio Braga de Souza, Mônica de Farias Brigido, Pedro Natividade Santarém, Rogério Soares da Silva e Manoel Borges dos Santos montaram um esquema criminoso de pagamento de propina custeado com recursos do município.

Em 2015 o MP instaurou inquérito civil para investigar os fatos, a partir de denúncias recebidas.  A apuração demonstrou que o ex-prefeito deveria repassar mensalmente a cada vereador a quantia de R$ 2 mil, 100 litros de diesel, 100 litros de gasolina, dez passagens de barco no trecho Juruti – Manaus e dez no trecho Juruti-Santarém, em troca de apoio político e para que não cumprissem o papel de fiscalização do cargo de vereador, encobrindo eventuais irregularidades praticadas pelo gestor.

O esquema criminoso tornou-se conhecido pela ampla divulgação de um arquivo de áudio de conversa ocorrida no dia 17 de setembro de 2014, quando alguns dos vereadores investigados cobram do então prefeito o repasse dos valores combinados, pois estariam atrasados. A ação traz o laudo que atesta a autenticidade da gravação, bem como a transcrição do que foi dito pelos interlocutores.

Durante o inquérito civil o MP ouviu os envolvidos e alguns confessaram ter recebido os valores, por vezes das mãos do próprio Marco Dolzane, além do combustível e passagens. De acordo com o apurado, três empresas que possuíam contratos com a prefeitura financiavam o esquema: Construveco, fornecedora de material de construção para a prefeitura; Auto Posto Hidaka, e uma empresa de propriedade de Prisco Matos, que também fornecia material de construção.

Quanto a origem do esquema criminoso, foi revelado que entre os dias 23 e 24 de janeiro de 2014, houve uma reunião com o ex-prefeito e este garantiu que, a partir de abril daquele ano, efetuaria mensalmente o repasse dos valores aos vereadores. “Entre os meses de março e setembro do ano de 2014, o então prefeito de Juruti-PA Marco Aurélio Dolzane do Couto concorreu para o enriquecimento ilícito de treze Vereadores Municipais, causando prejuízo ao erário público”, diz o MP.

Ao final da ACP a promotoria requer a condenação do réu Marco Dolzane Couto nas sanções civis relacionadas no artigo 12, inciso II, da Lei nº 8.429/92, e dos demais réus nas sanções relacionadas no artigo 12, inciso I, da mesma lei, que incluem ressarcimento integral do dano, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos e outras.

Lila Bemerguy

Vereador solicita fiscalização no embarque de grãos no porto da Cargill 

Vereador Antonio Rocha e Porto da Cargill

A operação que é realizada às proximidades da Companhia Docas do Pará estaria afetando a vida de trabalhadores e passageiros. 

Moradores do bairro Salé, além de trabalhadores portuários e passageiros das embarcações em trânsito em Santarém, que permanecem na Companhia Docas do Pará, às proximidades do porto da Cargill, vem reclamando da poluição ambiental no referido porto decorrente do embarque de grãos. 

De acordo com informações, quando existem navios de grande porte ancorados no porto da CDP, as operações da Cargill para o transporte das cargas são diferentes do que é feito quando no local encontram-se apenas embarcações regionais. 

O vereador Antonio Rocha, que já havia se pronunciado sobre o assunto na Câmara Municipal de Santarém, preocupado com as consequência da inalação do pó, apresentou na sessão ordinária da última segunda-feira, 14/08, o Requerimento nº 930/2017, no qual solicitava à secretária municipal de Meio Ambiente, Sra. Vânia Maria Azevedo Portela, a realização em caráter de urgência, de fiscalização “in loco”, em toda a área do porto de embarque de grãos da referida empresa, com o intuito de resolver o problema ambiental. 

Após pedido de vista por um dos parlamentares, o requerimento foi votado na manhã desta quarta-feira, 16/08, e aprovado por unanimidade. 

 

 

 

 

 

 

 

Vereador Alysson Pontes ataca a imprensa de Santarém e diz que não tem medo de jornalista

Vereador Alysson Ponte (PSD)

Na sessão desta segunda-feira(14), na Câmara de Vereadores, ao fazer o uso da tribuna, o vereador Alysson Pontes fez duas críticas à imprensa santarena, quando mencionou o caso do vereador Reginaldo Campos, preso pela Polícia Civil, durante a operação Perfuga, que investiga um possível caso de desvio de combustível na Câmara e servidores fantasmas naquele Poder.

O vereador Alysson Pontes disse que não tem medo de jornalista e que se for preciso gastaria até R$ 100 mil contra qualquer pessoa que o atacasse.

Encerrando o seu pronunciamento, o vereador criticou os blogueiros de forma generalizada, chamando todos de ‘vermes e covardes!’.

Alysson Pontes teve recentemente o seu nome envolvido em um caso de abuso de autoridade. Ele agrediu verbalmente uma servidora da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, em Santarém.

Comerciante de Santarém entra com “pedido de cassação” do vereador Reginaldo Campos

Vereador Reginaldo Campos

Na manhã de hoje (11), o comerciante Neuton Santiago, protocolou um pedido de cassação contra o Vereador Reginaldo Campos.

Neuton Santiago fez a solicitação com base na prisão do parlamentar no âmbito da operação Perfuga, deflagrada na segunda-feira (7).

O vereador foi preso em uma operação que apura crimes de peculato, falsificação de documento público, corrupção e associação criminosa.

LEIA ABAIXO O PEDIDO DE CASSAÇÃO. 

 

 

BOLSA LULA: Herdeira de banco suíço doa R$ 500 mil para ajudar nas despesas do ex presidente

Lula e Roberta

A neta do suíço Peter Paul Arnold Luchsinger abriu o bolso, o closet e o cofre para fazer uma doação pessoal ao petista no valor de cerca de R$ 500 mil em dinheiro, joias e objetos de valor.

“Com o bloqueio dos bens de Lula, Moro tenta inviabilizá-lo tanto na política quanto pessoalmente. Vou fazer uma doação para que o presidente possa usar conforme as necessidades dele”, diz Roberta.

Ela saca da bolsa Hermés um cheque ao portador no valor de 28 mil francos suíços (cerca de R$ 91 mil), mesada que recebia do avô morto em 8 de julho, aos 92 anos.

“Foi o último cheque que recebi dele e vou repassar integralmente ao Lula. Agora, já podem dizer que ele tinha conta na Suíça, aquela que os procuradores da Lava Jato tanto procuraram e não acharam”, ironiza Roberta.

A herdeira bilionária recheou uma mala da marca Rimowa de objetos que o ex-presidente poderá transformar em dinheiro.

Entre eles, um relógio Rolex (R$ 100 mil) e um anel de diamantes da joalheira Emar Batalha (R$ 145 mil), que enfeitou um editorial da revista “Vogue”. “Lula vai poder penhorar tudo”, sugere a doadora.

Na mala que será entregue pessoalmente nos próximos dias, em data que está sendo negociada com o ex-ministro Gilberto Carvalho, há ainda objetos de desejo de blogueiras e “it girls”: uma bolsa Chanel (R$ 32 mil), um par de sandálias Christian Louboutin (R$ 3 mil) e um vestido Dolce & Gabbana (R$ 30 mil).

“São itens que poderão ser leiloados em um evento em benefício ao ex-presidente”, propõe Roberta.

Uma bandeja de prata, com o brasão da família Luchsinger, foi incluída na lista. Segundo ela, é um protesto pelo confisco dos presentes que Lula recebeu de chefes de Estado quando estava na presidência.

Roberta justifica a doação com críticas ao que qualifica de “excessos” e “seletividade” da cruzada anticorrupção empreendida por Moro e companhia.

“É indevido esse protagonismo político da Lava Jato, que fere o sistema de pesos e contrapesos entre os poderes da República”, diz. “Perseguir o Lula é perseguir o povo brasileiro.”

 

Da Folha de São Paulo

Pesquisa aponta o deputado Sidney Rosa como forte pré-candidato para governador do Pará

O PSB do Pará realizou uma pesquisa em quase todos os municípios paraenses e ficou muito animado com o crescimento do nome do seu pretenso candidato ao governo do Estado, deputado Sidney Rosa.

Os idealizadores da pesquisa ainda não divulgaram os números, mas afirmaram que os índices são muito bons e garantem que Sidney Rosa surge como uma esperança não apenas para o partido, mas para o Estado, pois representa o novo, aquilo que realmente o povo do Pará espera de um político que não tem sequer uma ‘sequela’ administrativa (Sidney foi prefeito de Paragominas por dois mandatos e secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico) como prefeito ou secretário de Estado e é o responsável pelo desenvolvimento econômico e social do município de Paragominas que se transformou na melhor cidade do Pará nos últimos anos.

Nos grupos de WhatsApp e nas demais redes sociais, os comentários sobre a pesquisa foram recebidos com muito entusiasmo. “Não podemos dizer os números agora por dois motivos, primeiro porque precisamos fazer uma análise política, técnica e registrá-la. Esta pesquisa foi apenas para ‘consumo’ próprio. Segundo, faremos um comparativo sobre o que se divulga em outras pesquisas de intenções de votos. Porém, adiantamos que Sidney tem o mínimo possível de rejeição se comparado com outros nomes que já foram amplamente divulgados”. 

O objetivo principal da pesquisa foi para analisar o nome do deputado Sidney Rosa, junto ao eleitor paraense. Outro ponto importante pesquisado, foi para saber qual o perfil que o eleitor quer para o próximo governador do Pará.

 

Com informações de Jorge Quadros

Vereador Valdir Matias defende concurso público para Receita Municipal de Santarém

Vereador Valdir Matias

Durante seu pronunciamento, na tribuna da Câmara de Vereadores, na sessão desta quarta-feira (2), o vereador Valdir Matias Jr. (PV) defendeu a realização do concurso público para a Coordenadoria da Receita Municipal para os cargos de Auditor Fiscal da Receita Municipal e Técnico da Receita Municipal. 
 
A proposta já foi tratada pelo coordenador do órgão, Mário Anderson Pereira, juntamente com o prefeito Nélio Aguiar e a secretária Josilene Pinto. 
 
O gestor municipal vê com bons olhos essa proposta e já autorizou criar uma comissão que ficará responsável pela elaboração do edital com todos os detalhes para a realização do concurso, que pode ocorrer até o fim deste ano. 
 
O objetivo, segundo Valdir Matias Jr., é o fortalecimento da administração tributária do município, e o incremento da receita própria municipal, ampliação da arrecadação dos tributos que são de competência da administração municipal como é o caso do ISS, IPTU, ITBI e taxas. “Com isso, vamos fazer com que o município dependa menos dos recursos transferidos do Estado e da União”, finalizou o líder do PV na Câmara. 

Vereador Dayan Serique denuncia abuso da CELPA contra a população Santarena

Vereador Dayan Serique

Na sessão ordinária da quarta-feira, 02/08, no uso do tempo regimental, o vereador Dayan Serique (PPS) falou sobre a indignação que os santarenos têm sobre as cobranças abusivas, indevidas e por estimativa reiteradas das tarifas de energia pela Celpa Equatorial, e a insatisfação expressa na mídia, através das redes sociais.  

Durante o pronunciamento, o vereador Dayan Serique, tratou sobre a forma em que a Celpa está cobrando as tarifas de energia em Santarém. Disse ser inadmissível que a Celpa cobre de forma tendenciosa e reiterada aos moradores, e continuou “está uma luta do porte do MP, para que desperte o Poder Judiciário, e o mesmo se manifeste. Do jeito que está a população não aguenta. Já existe nas redes sociais campanhas contra a Celpa e esta casa tem o papel de repercutir e conclamar às autoridades, pois a OAB, MP e a Defensoria Pública podem estar subsidiando às pessoas que não têm condições para que possam recorrer dessas cobranças abusivas. Chega de cobranças abusivas!” expressou o 2° vice-presidente do legislativo.  

Ainda sobre o assunto, o vereador informou que “o Pará não tem crise de energia elétrica e está sendo cobrada na bandeira vermelha, gera energia para outros Estados e esse é o preço que pagamos, tarifação que não merecemos. Na hora de equilibrar a economia do país, o Pará faz sua parte, mas é o único Estado que não tem uma área de livre comércio ou zona franca. Poderiam fazer por decreto, mas não fazem. E na hora de ajudar o Pará, o Brasil não faz a sua parte, e ficamos pagando taxas abusivas de energia” declarou.  

Para encerrar, o parlamentar disse que é necessário somar forças entre as entidades e população para que possam freiar essas cobranças abusivas e sejam feitos os ressarcimentos desse abuso cobrado pela Celpa.

 

Da ASCOM do Ver. Dayan Serique-PPS 

Bancada de Deputados Paraenses já tem 5 votos garantidos “em favor de Michel Temer”

Presidente Michel Temer

Pesquisa do jornal Estadão  mostra que a bancada paraense já tem cinco deputados federais, que garantiram votar contra a denúncia que pode afastar Michel Temer da presidência da República.

São eles: José Priante e Elcione Barbalho, do PMDB; Josué Bengtson, do PTB; Éder Mauro, do PSD; e Wladimir Costa (SD).

Do lado oposto sustentando que votarão pela aprovação da admissibilidade da denúncia, os deputados Beto Faro e Zé Geraldo, do PT; Edmilson Rodrigues, do Psol:  Arnaldo Jordy, do PPS.

Na coluna de indecisos, Joaquim Passarinho (PSD) e Hélio Leite (DEM)

Não responderam à pesquisa, os parlamentares Chapadinha (Podemos) e Beto Salame (PP).

 

Hiroshi Bógea

Ex-senador Mario Couto já está em pré-campanha para a eleição de 2018

Na foto Salame, Guto Gouveia, prefeito de Soure e Mário Couto, em Salvaterra.

O ex-senador Mário Couto, agora no PP, está trabalhando pré-campanha visando disputar uma vaga no Senado.

Diariamente Couto recebe em Belém lideranças políticas e aos fins de semana percorre o interior do Estado.

No último final de semana, o pré-candidato esteve percorrendo municípios da Ilha do Marajó, acompanhado do ex-prefeito de Marabá, João Salame

Caso o senador Jader Barbalho desista de disputar a reeleição, Mário integrará a chapa majoritária que terá candidato a governador o atual ministro Helder Barbalho.

Não havendo nenhuma possibilidade de Jader desistir da reeleição, Mário Couto disputará o Senado assim mesmo.

 

Hiroshi Bógea

MLP denuncia a farra de combustíveis na “cota parlamentar” de Deputados Federais paraenses

A postagem foi publicada na Fan Page do MPL, no Facebook, onde mostra a gastança desenfreada com o dinheiro público.Os gastos foram contabilizados dentro da “cota parlamentar” de cada deputado federal. O dinheiro público sendo jogado no ralo.

LEIA A DENÚNCIA FEITA PELO MPL. 

Semana passada, o Movimento Liberal Paraense tratou acerca dos quase R$ 1 milhão gastos pelos deputados federais paraenses com aluguel de automóveis ao longo do ano de 2016.

Ficou revoltado com tamanha gastança por parte dos nossos representantes? Pois sabe que, ao contrário do que dizia Tiririca, “pior do que tá, fica!”

Nós não só pagamos pelos carros que eles alugam, como também pela gasolina deles. E a conta não sai barata para o contribuinte brasileiro: R$ 667.913,49 apenas em 2016.

Deputado Federal Chapadinha (Podemos)

O campeão em gastos com combustíveis e lubrificantes foi o deputado Francisco CHAPADINHA (R$ 70.759,87), aquele mesmo deputado que foi flagrado pela Operação Política Supervisionada no ano passado, por usar dinheiro público para a alugar um imóvel pertencente ao próprio genro, por um preço 4 vezes maior ao valor de mercado.

Deputado Lúcio Vale (PR).

Em segundo lugar, vem o deputado Lúcio Vale (R$ 61.784,05). O deputado também é figurinha repetida em termos de gastos com dinheiro público, haja vista ter sido também vice-campeão nos gastos com aluguel de carros no ano passado (R$ 119.760,00).

Deputado Hélio Leite (DEM).

A medalha de bronze vai para o deputado Helio Leite (R$ 59.171,30). Tal como Lúcio Vale, o deputado também chamou atenção pelos altos gastos com aluguel de carros de 2016, tendo gastado R$ 100.696,00.

Agora, em 2017, os gastos com ressarcimento da gasolina dos deputados já estão batendo R$ 317.556,78 até agora. Recentemente o MLP divulgou uma um texto sobre as “4 formas de se gastar dinheiro”, ele explica o porquê de haver pouco zelo por parte dos deputados paraenses na administração de recursos públicos (provenientes dos impostos que nós, a muito custo, temos de arcar).

Quer saber quanto gastou cada deputado com gasolina?  CLIQUE AQUI.