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21 litros de suco “sem licença” são apreendidos em Santarém.

santarém sucos

Uma denuncia da população levou a vigilância sanitária de Santarém, oeste do Pará, a fazer apreensão de sucos naturais na noite de terça-feira (1). Foram 21 litros do produto apreendido no bairro do Santarenzinho após alguns moradores questionarem a vigilância se o produto possuía licença de fabricação.

santarém sucos2Local onde era produzido os sucos. 

A equipe fez uma vistoria no local e apreendeu toda a produção do dia, além de interditar o local. Segundo a coordenadora interina da vigilância sanitária, Cristiane Simões, o espaço não possuía condições de fabricar e comercializar o produto, que também não possuía data de validade ou fabricação.

santarém sucos4Lixo ao lado do local onde era produzido os sucos. 

O dono dos sucos foi orientado pela equipe a fazer as mudanças necessárias no local para se adequar as normas da vigilância, como a documentação e o curso de manipulação de alimentos. O proprietário também terá um prazo para fazer essa adequação para haver a liberação do local.

A vigilância sanitária recomenda aos cidadãos que fiquem atentos quanto a compra e o consumo de alimentos, denunciando ao órgão qualquer tipo de irregularidade encontrada.

(G1/Santarém)

[ 2 PESOS 2 MEDIDAS ]. Para empresário loteamento Buriti está sendo tratado com indiferença

carlos meschedeCarlos Meschede. 

Quando me entendi como gente, Santarém tinha 3 bairros: Centro, Aldeia e Prainha. A cidade acabava, para o lado da Aldeia, onde fica hoje a praça Tiradentes, para o lado da Prainha, na praça 31 de março, antiga Latada e no centro, na avenida Mendonça Furtado. Como podem imaginar, a cidade era bem pequena.

Ao longo dos meus 77 anos, vi minha cidade crescer das formas mais desordenadas possíveis, sempre na base de invasões com a aquiescência dos prefeitos que não se preocuparam nem com um planejamento para para o futuro, de transportes coletivos.

Essas invasões se acentuaram na década de 70, quando Santarém recebeu um grande volume de obras, como cais do porto, hidroelétrica do Curuá-Una, a transferência do 8° BEC de Lajes, em Santa Catarina, para cá, construção do cais de saneamento, Hotel Tropical e o início das rodovias Santarém-Cuiabá e Transamazônica, tudo ajudado pelos garimpos do Tapajós que bamburraram ouro nessa época. Tropeçava-se em dinheiro na rua.

loteamento buruti

Calcula-se, que nessa década, nossa população, sem exagero, passou de aproximadamente 70.000 habitantes para 250.000. Todo esse crescimento da área urbana da cidade, se deu, como já falei antes, na base de invasões.

A área hoje ocupada pelo loteamento da empresa Buriti, que pertencia à família Corrêa, foi invadida e ali se implantou uma favela, sem a preocupação com o meio ambiente, arruamento e urbanização, como outras invasões já citadas.

Com a reintegração de posse concedida pela Justiça, a área posteriormente foi vendida para a empresa Buriti, que vendeu uma parte para o projeto Minha Casa Minha Vida, onde estão construídas as casa à esquerda de quem vai para o aeroporto da rodovia Fernando Guilhon.

Vejam que essas casinhas foram construídas há mais de 3 anos, sem que se fizesse uma só exigência das que estão fazendo a Buriti. Até hoje, não tem uma sequer ocupada e ainda não vi nem ouvi nos noticiários das nossas emissoras de rádio e televisão uma notícia de aplicação de multas ou qualquer outras sanções que estão aplicando na Buriti.

Pela primeira vez, vi uma expansão da cidade se dar de forma projetada, com arruamentos, instalações elétricas e hidráulicas, sem invasões. E o que a empresa ganhou com sua iniciativa?. Interdições, multas e outra exigências jamais feitas antes a qualquer iniciativa desse gênero.

Talvez se não houvesse reintegração de posse, tivéssemos hoje uma das maiores favelas da nossa cidade a dar as boas vindas aos que nos visitam por via aérea, aí sim, sem multas ou perseguições. Possivelmente, como a área é nobre, vários desses casebres já estariam sendo substituídos por mansões, mas sem o mínimo de urbanização. Bem próximo ao loteamento, temos uma invasão do que restou da área da família Corrêa.

As casa já chegaram na praia. Alguém já viu alguma aplicação de multa ou outra sanção aplicada aos invasores?

Não se iludam os que são contra o loteamento. São Paulo, assim como o ABC, Guarulhos e outra cidades que compõem a grande São Paulo jamais pensaram nos dias das suas fundações que iriam constituir um grande aglomerado urbano e para chegar mais perto de nós, cito Belém, Marituba e Ananindeua, onde nem uma placa indica onde começa e termina cada município. Mais uma vez lhes digo, não vai demorar muito para Santarém, Cucurunã e São Brás estarem nas mesmas condições das cidades acima citadas situando-se como mais dois bairros da cidade. Na serra do Piquiatuba, onde está instalado o 8 BEC, já existe um aglomerado urbano, também chamado Santarém.

Se não houvesse essa implicância com a Buriti, que já dura mais de 3 anos, com certeza já teríamos inúmeras casa construídas, o que, deixou de gerar emprego e bons negócios na área da construção civil e possivelmente resolvida o problema do lago do Juá.

Não tenho procuração para defender a Buriti ou outra empresa qualquer, mas que aí tem dois pesos e duas medidas, com certeza tem.

(Texto do empresário Carlos Meschede)

Mudanças no sentido das travessas Dom Amando e 15 de Agosto começam a valer no dia 2/12.

Mapa com alteração de sentido nas ruas. Divulgação. SMTMapa de alteração das vias. 

A Secretaria Municipal de Mobilidade e Trânsito (SMT) realiza na manhã desta terça-feira (01/12), blitz educativa anunciando a mudança de sentido  de mais duas vias localizadas no centro da cidade de Santarém: Travessa Dom Amando e Travessa 15 de Agosto. A ação começa às 09h e visa orientar pedestres e motoristas sobre as alterações que começam a valer na quarta-feira (02/12).

As mudanças de sentido vão acontecer na Travessa Dom Amando, que sofrerá alteração no sentido bairro/centro, a partir da Avenida Borges leal até a Avenida São Sebastião. Formando o binário, a Travessa 15 de Agosto terá mão única no sentido centro/bairro da Avenida São Sebastião até a Avenida Borges Leal.

A equipe da Divisão de Educação de Trânsito estará em pontos estratégicos, onde vão ocorrer as mudanças, distribuindo panfletos que chamem a atenção para as alterações. As informações dão destaque para a mudança de preferencial no cruzamento da Avenida Presidente Vargas com a Travessa Dom Amando. Naquele cruzamento, a Travessa Dom Amando deixa de ser preferencial e passa a ser secundária. Alerta também para  o zelo pela fluidez do trânsito de veículos nas vias públicas, além da mobilidade para os pedestres.

Aviso à população sobre mudança de sentido nas vias. SMT

De acordo com a secretária de Mobilidade e Trânsito, Heloísa Almeida, diferente do que aconteceu com outras mudanças, a equipe de agentes vai permanecer orientando apenas durante duas semanas. Os estudos revelam que as modificações ocorrem em vias onde não há fluxo excessivo de veículos, entretanto, se na prática ficar comprovada a necessidade da permanência dos agentes, eles devem permanecer até 30 dias, como em outras modificações.

Antes das modificações, foram feitas melhorias, desde o recapeamento asfáltico, iluminação pública e implantação de sinalização horizontal e vertical. Não haverá necessidade de instalação de sinalização semafórica.

(Com informações da SMT)

 

Veja como vai ficar o funcionamento de estabelecimentos públicos no feriado de amanhã (12).

mercadão 2000

Devido ao feriado nacional de Nossa Senhora de Aparecida, celebrado em 12 de outubro, a Secretaria Municipal de Agricultura e Incentivo à Produção Familiar, baixou portaria no 18/2015, disciplinando o horários de funcionamento das feiras e mercados da cidade. Neste dia, os referidos estabelecimentos públicos funcionarão das 05:00h às 12:00 h.

A Rede Municipal de Saúde também definiu horário de funcionamento, para os dias 10, 11 e 12 de outubro.

A Secretaria Municipal de Saúde (SEMSA) informa que estarão em funcionamento as Unidades de Saúde 24H, Pronto Socorro Municipal (PMS), Hospital Municipal de Santarém (HMS), Unidade de Pronto Atendimento 24 Horas (UPA 24H) e o Serviço Móvel de Urgência (SAMU).

As Unidades Básicas de Saúde (UBS) voltam ao atendimento normal na terça-feira (13).

(CCOM/PMS)

 

Ginástica localizada é sucesso do Bosque da Vera Paz.

Moradores já utilizam os novos equipamentos. Foto-Marcos Fabiano. CCOM-PMS

As aulas de ginástica localizada, do programa Mais Saúde, da SEMJEL, começaram há pouco mais de um mês no Bosque da Vera Paz (anexo à Academia Pública) e já caíram no gosto de quem está em busca de melhor qualidade de vida por meio da prática de uma atividade física regular.

Sob o comando de Ivone Vasconcelos e Vítor Sousa, professores de educação física, os alunos são orientados para a correta execução dos exercícios que proporcionam resistência muscular, queima de gordura, melhora o ganho de massa e a resistência cardiorrespiratória. Durante uma aula o praticante pode perder de 350 a 500 calorias, dependendo da intensidade.

Cerca de 120 pessoas participam das aulas de ginástica localizada no Bosque da Vera Paz às terças e sextas-feiras, de 18h30 as 20h30.

Treinamento Funcional

O programa Mais Saúde que funciona em academias públicas e praças de Santarém, já atende mais de 300 pessoas, semanalmente, com treinamento funcional.

A atividade é ofertada na Praça Barão de Santarém (São Sebastião) às segundas e quartas-feiras, de 18h30 as 20h00; e na Praça das Flores, todas às quintas-feiras, de 19h00 as 21h00.

O programa é coordenado pela Divisão de Esporte e Lazer, e a expectativa é que o treinamento funcional seja expandido ainda esse ano para as praças do Santíssimo, Cohab e Tiradentes.

(Prefeitura de Santarém)

SEMTRAS destitui conselheiros e fecha Conselho Tutelar no bairro do Santarenzinho.

conselho tutelar 2

A Prefeitura de Santarém, através da Secretaria Municipal de Trabalho e Assistência Social (Semtras), torna pública a deliberação do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (COMDCA) sobre o resultado final do Processo Administrativo Disciplinar – PAD 2015, bem como a Resolução COMDCA – Nº 023/2015, que dispõe sobre a destituição dos conselheiros tutelares do Conselho Tutelar II: Luiz Felipe Sousa Farias, Rogério Pereira Batista, Simone Rodrigues da Silva e Francisco Ednaldo da Silva Ferreira, conforme deliberação do pleno Conselho em reunião extraordinária realizada no dia 25/09/2015.

Constatou-se, conforme relatório conclusivo da Comissão de Processo Administrativo, criada através da Portaria nº 001/2015 COMDCA, referente ao PAD/COMDCA nº 001/2015, que os conselheiros em questão tiveram atitudes incompatíveis no exercício da função de conselheiro tutelar, em conformidade com as legislações vigentes.

Diante da destituição dos membros do Conselho Tutelar II e verificada a ausência de suplentes para assumir o cargo, o COMDCA decidiu pelo fechamento da sede do Conselho Tutelar II, a partir do dia 25/09/2015.

O COMDCA verificará com os órgãos competentes se após as eleições de conselheiros tutelares, marcada para este domingo (04/10/2015), existe a possibilidade de os novos conselheiros tutelares eleitos do CT II assumirem as suas funções, para que o interesse superior da criança e do adolescente seja garantido.

(PMS/SEMTRAS)

Devido a lentidão nas obras da Fernando Guilhon, ACES vai pedir ajuda para os vereadores.

amplição da ferndando guilhon

O presidente da Associação Comercial e Empresarial de Santarém (ACES), César Ramalheiros, no encontro com o presidente do Poder Legislativo Reginaldo Campos, relatou a necessidade de a Câmara viabilizar apoio a necessária agilidade dos serviços que vem sendo executado na rodovia Fernando Guilhon (que dá acesso ao Aeroporto Wilson Fonseca).

De acordo com César, esse tem sido fator de transtorno para o acesso ao Shopping, principalmente aos domingos e feriados, em função do trânsito que vem dos balneários da cidade, causando engarrafamento, com registro de acidentes.

cezar ramalheiroPresidente da ACES Cezar Ramalheiro. 

Segundo César Ramalheiros outra situação complicada ainda na Fernando Guilhon, está sendo identificada em frente ao residencial do Projeto Minha Casa, Minha Vida, onde carretas de grande porte estão tendo dificuldades de fazer o retorno. 

(Ascom/Câmara)

Faltando poucos dias para o Sairé o atendimento de saúde em Alter do Chão continua precário.

vereadora ana elvira e posto de saúde de alter do chãoVereador Ana Elvira e Posto de Saúde de Alter do Chão.

Vereadora Ana Elvira Alho (PT), na sessão desta terça-feira, 08/09, mostrou o descontentamento com o atendimento à saúde pública em Alter do Chão.

Ela citou um fato que aconteceu com uma pessoa de sua família.

Segundo Ana Elvira, durante o feriadão, uma parenta sua sentiu-se mal em Alter do Chão, “teve três convulsões e o posto de saúde que estava lotado de turistas por ser o feriadão não tinha médico e nem remédio, a ambulância para socorrê-la demorou duas horas”, adverte Elvira.

De acordo com a vereadora a ambulância que atende ao posto de saúde de Alter do Chão e comunidades do entorno, está a 30 dias quebrada. “Isso é revoltante, hoje para os moradores da vila balneária que adoecem e que precisam ser removidos para Santarém, não tem ambulância para transportá-los”, indigna-se Ana Elvira.

(Ascom-Câmara)

[ VERGONHOSO ]. Obras do Governo Estadual continuam paralisadas em Santarém.

estádio barbalhãoEstádio Colosso do Tapajós. 

Na região Oeste do Pará se aproxima mais uma eleição municipal, pouco tempo depois de ter visto de perto a reeleição do governador Simão Jatene, que em campanha eleitoral visitou vários municípios da região, com promessas de ações para melhorar a infraestrutura e a qualidade de vida da população, inclusive, pregava seu comprometimento em trabalhar de forma descentralizada.

No entanto, até agora pouco foi feito. Meses após ter iniciado seu novo mandato, o Governador continua a ignorar e maltratar a população do Oeste do Pará, que foi iludida com as promessas feitas durante a campanha eleitoral.

Em Santarém, cidade Pólo da região, não é diferente, mesmo se tratando de um Município com mais de 290 mil habitantes, relevante para economia do Estado, fonte futura de diversos investimentos privados, que prometem resultar de vez no desenvolvimento da região, o Governador faz questão de não resolver nada.

DINHEIRO PÚBLICO INDO PELO RALO

Em cada obra, as placas são obrigação legal e é necessária ter as informações relativas ao investimento realizado naquele projeto, citando no mínimo, o valor total da obra, órgão a qual pertence a despesa, data de início e término, bem como a empresa executora. As placas do governo do Estado acrescentam ainda a frase: “O imposto que você paga está aqui”. O que poderia soar como uma ousadia, resultado do excelente trabalho que o governo vem desenvolvendo, vira piada daquelas de muito mau gosto. Se o dinheiro está aqui, por que a obra se encontra paralisada?

Ginásio-Poliesportivo-de-SantarémGinásio Poliesportivo de Santarém. 

A cada dia cresce a insatisfação da população, que está cansada de esperar a retomada de tais investimentos. Em Santarém é grande o número de projetos não concluídos. O Estádio Colosso do Tapajós, Ginásio Poliesportivo e reformas em diversas escolas são exemplos da falta de zelo na utilização do dinheiro público.

Quanto à situação das obras é a mesma para todas, possuem como características principais: O abandono dos canteiros de obras, empresas que não pagam os funcionários por meses, fornecedores que levam calote, e depredação do que já havia sido construído.

“A má fé é tanta que a placa da obra não informa a data de início e nem de seu término”, diz João Raimundo, morador que reside próximo ao estádio Colosso do Tapajós.

No início do ano, o governo utilizava como justificativa o processo de transição. Novos gestores assumiriam as secretarias de Estado, o que resultaria no atraso dos pagamentos. Porém, passados seis meses, a população não acredita no que está acontecendo, se um dos principais argumentos utilizados na campanha, era que com a reeleição não haveria demora na transição e na retomada das ações do governo, uma vez que o governador Simão Jatene se manteria no cargo, dando continuidade a tudo que estava planejado.

FUNCIONÁRIOS REVOLTADOS

No fim do ano passado, alguns trabalhadores que vieram da cidade de Belém para trabalhar na obra do Ginásio Poliesportivo, atearam fogo em parte do canteiro da obra, o que só não ocasionou maiores danos, por conta da rápida atuação do Corpo de Bombeiros e de um grupo de funcionários que estavam no local da obra.

Diziam na época, que a empresa além de não realizar os pagamentos de honorários, deixou de apoiá-los quanto à alimentação, uma vez que eles estavam há mais de 2 meses longe de suas residências e de seus familiares.

EMPRESAS DE SANTARÉM PREJUDICADAS.

Empresários de Santarém, que são fornecedores das empresas que executam as obras, denunciam a dificuldade de receber seus pagamentos. Garantem que se esforçam para subsidiar tais aquisições, assumindo compromissos, e que não são respeitados.

Não são raros os casos de empresas que vão à falência no Município, potencializado por este tipo de situação. Empresários investem grandes valores em mercadorias e serviços, esperando obter retorno com o fornecimento às empresas contratadas pelo Governo do Estado para executar as obras.

DIFICULDADE DE ENCONTRAR MÃO DE OBRA.

Mesmo com o crescimento do desemprego registrado nos últimos meses, principalmente na indústria da construção civil, as empresas que por ventura retornarem a execução dos trabalhos, enfrentarão dificuldades em contratar novos funcionários, e o motivo é muito óbvio, o histórico de falta de pagamento de funcionários.

Quando os trabalhadores da construção civil procuram o SINE (Sistema Nacional de Emprego), com objetivo de verificar as vagas em aberto, o primeiro questionamento que fazem no atendimento, é se aquela vaga é para a obra do estádio ou do ginásio.

EMPRESAS CONTRATADAS NÃO TÊM CAPACIDADE DE PAGAMENTO.

O que deveria ser o principal requisito para execução de uma obra bem sucedida, se transforma em mero cumprimento de praxe documental, instituída pela legislação. Grande parte das empresas vencedoras de licitações, cujo objeto é obras, não quer comprometer seus recursos próprios ou não possui capital necessário para tocar a obra sem pagamentos regulares por parte da contratante.

A Lei de licitações estabelece o prazo de 90 dias, resguardando a contratante quanto ao atraso de pagamentos, desde que se tenha justificativa para isto. E neste período a empresa executora da obra deveria prosseguir com os trabalhos, cumprindo o cronograma. Mas o que acontece é justamente o contrário.

Como a empresa inicia a obra já precisando dos recursos financeiros para sua execução, em caso de não pagamento, logo abandona, sem que o Governo do Estado entre com qualquer ação no sentido de resguardar a administração. E assim, as obras que do governo do Estado que começaram no município de Santarém estão paradas e sem data para serem entregues à população.

 

(Edmundo Baía Júnior/O Impacto)

Bairros de Santarém começam a receber os serviços da Operação Verão 2015.

Operação Verão 2015 - Travessa E - bairro do Maracanã. Foto-Marcos Fabiano. CCOM-PMS (4)

Os bairros que compõem as grandes áreas de Santarém receberão por todo esse segundo semestre, os serviços da Operação Verão 2015. Na tarde dessa quarta-feira (08/07), as máquinas estiveram na Travessa E, no bairro do Maracanã.Operação Verão 2015 - Travessa E - bairro do Maracanã. Foto-Marcos Fabiano. CCOM-PMS (2)

A Operação Verão é uma ação coordenada pela Secretaria Municipal de Infraestrutura (SEMINFRA) para recuperar o sistema viário, além de garantir a trafegabilidade e a mobilidade, principalmente nas vias que servem o transporte coletivo urbano.

Operação Verão 2015 - Travessa E - bairro do Maracanã. Foto-Marcos Fabiano. CCOM-PMS (1)

O trabalho de mapeamento das ruas, apontadas como prioritárias, é realizado em parceria entre a SEMINFRA e as Associações de Bairros.

(CCOM/PMS)

Em Santarém pelo menos 200 pessoas terão o privilégio de conduzir a tocha olímpica.

tocha olimpica

Na manhã desta terça-feira (7), o coordenador local do revezamento, Ney Bendelack, atendeu a imprensa santarena para esclarecer dúvidas sobre o cadastramento e escolha das pessoas que terão o privilégio de conduzir a tocha.

 “É importante que a população saiba que nem Prefeitura de Santarém nem a SEMJEL terão qualquer ingerência na escolha das pessoas que conduzirão a tocha. Todos os habitantes do município podem se candidatar. Basta entrar nos sites dos patrocinadores oficiais (Coca-Cola, Nissan e Bradesco), fazer o seu cadastro, contar uma história e aguardar o resultado da seleção. Certamente teremos atletas e ex-atletas participando do revezamento, mas qualquer pessoa do povo também pode ser escolhida, porque a finalidade é justamente universalizar o revezamento”, frisou Ney Bendelack.

A estimativa é de que pelo menos 200 pessoas terão o privilégio de conduzir a tocha em Santarém. Em todo o Brasil serão 12 mil pessoas.

O revezamento começará no marco zero, que é a cidade de Brasília. De lá, seguirá para a região Nordeste, passando por Belém, subindo para Macapá e descendo para Santarém onde acontece a celebração da tocha. O símbolo ficará um dia inteiro na cidade, daí a preocupação da administração pública em montar uma força-tarefa para preparar Santarém para esse momento de celebração.

 Há a possibilidade de se incluir na rota os municípios de Mojuí dos Campos e Belterra, mas o COB ainda deverá ser consultado, já que a princípio a cidade escolhida para o revezamento é Santarém.

De acordo com Ney Bendelack, Alter do Chão e o encontro das águas dos rios Tapajós e Amazonas, devem ser contemplados com a passagem da tocha em algum momento do dia. Uma praça da cidade será escolhida para a festa de celebração, que ocorrerá no final do dia do revezamento em Santarém.

(CCOM/PMS)

[ A SITUAÇÃO ESTÁ FEIA ]. Cemitérios de Santarém estão todos irregulares e no limite.

cemitério santarém

Atualmente Santarém está vivendo uma grave crise de ” superlotação nos cemitérios”. Os antigos situados na área central da cidade já estão sem condições de receber novos sepultamentos, e os novos já estão no limite.  Um debate ocorrido na Câmara semana passada, tratou desse assunto.

Construção de um novo cemitério é tema de reunião na Câmara

O encontro congregou vereadores, secretários municipais, representantes de cemitérios e lideranças comunitárias.

O vereador Marcilio Cunha (PMN), que provocou a reunião e logicamente o debate sobre a necessidade de construção de um novo cemitério em Santarém, defende para isso uma parceria da gestão municipal com a iniciativa privada, faltando para isso, ser destinada a área para essa finalidade.

Ivete pede ajuda da prefeitura aos cemitérios do interior

A vereadora Ivete Bastos disse que a situação dos cemitérios é simples. “O município precisa fazer um estudo urgente visando a melhoria desses logradouros, preparando, inclusive, se for o caso, o fechamento deles”, observou.

Ivete explica que os cemitérios centrais da cidade estão passando por uma fase caótica, onde não suporta mais novos sepultamentos se os familiares não possuírem jazigo. Com isso, as pessoas têm que recorrer aos cemitérios do Mararú e do Cambuquira, mesmo que esses locais também já estejam enfrentando problemas ambientais.

Ainda não tem área para o cemitério

Em meio a toda essa situação da falta de espaço para sepultamentos dos falecidos, uma preocupação a mais foi trazida para o encontro pelo secretário municipal de Infraestrutura Edilson Pimentel. Ele assegura que a prefeitura ainda não tem uma área especificada para ser destinada a construção de um novo cemitério. Segundo o secretário, o que existem hoje são sondagens de possíveis áreas.

Cemitérios não têm licenciamento ambiental

“Os cemitérios do centro da cidade e de comunidades do entorno de Santarém, não tem licenciamento ambiental”. A afirmação é do secretario municipal de meio Ambiente Podalyro Neto. Segundo ele, o corpo humano ao ser enterrado degrada e o chorume, pode atingir o lençol freático.

Cemitério do Mararú atende a cidade inteira.

Evandro Cunha, representante do cemitério do Mararú, informou como está sendo o fluxo de enterros “o cemitério continua operando, atendendo praticamente toda a demanda do município apesar de ainda não ser regularizado” informou.

(Com informações da Ascom/Câmara)