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Barco que naufragou em Porto de Moz fazia transporte clandestino de passageiros

O barco que naufragou  com 70 pessoas a bordo na noite da última terça-feira (22), no Rio Xingu, no Pará, estava fazendo transporte clandestino de passageiros.

A informação foi divulgada pela Agência Estadual de Regulação e Controle de Serviços Públicos (Arcon), responsável pelo transporte intermunicipal.

Segundo o Folha de S. Paulo, a Arcon divulgou uma nota informando que a “Comandante Ribeiro” não possuía registro na autarquia e por isso não estava autorizada a transportar passageiros. Ainda na nota, a Arcon disse que notificou o dono do barco após uma operação realizada em junho desse ano, mas a situação não foi regularizada.

A Capitania dos Portos do Pará, órgão da Marinha, não confirmou se o barco estava irregular, conforme anunciado pela Arcon.

A embarcação saiu de Santarém rumo a Vitória do Xingu (PA) quando o acidente aconteceu. 70 pessoas estavam no barco e apenas 25 conseguiram sobreviver, cerca de 10 corpos já foram resgatados.